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Sexta, 10 Agosto 2007 00:00 |
AI congratula-se com medida positiva do governo português sobre o tráfico de seres humanos
A Amnistia Internacional congratula-se com a aprovação, pelo Conselho de Ministros do dia 9 de Agosto, da Proposta de Resolução que aprova a Convenção do Conselho da Europa relativa à Luta Contra o Tráfico de Seres Humanos, aberta à assinatura em Varsóvia, a 16 de Maio de 2005. Com esta aprovação a Amnistia Internacional espera agora que a Assembleia da República aprove também a Convenção do Conselho da Europa relativa à Luta contra o Tráfico de Seres Humanos.
Assim, este é o primeiro passo com vista à adopção de uma política para a protecção e salvaguarda dos direitos das vítimas do tráfico de seres humanos, prevenção e de repressão do fenómeno do tráfico. |
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Terça, 15 Maio 2007 00:00 |
As mulheres na defesa dos Direitos Humanos
As mulheres desempenham um papel central, no movimento global de defesa dos Direitos Humanos. Como activistas elas protegem e promovem os Direitos Humanos para todos. Em todos os países, de todos os estratos sociais, idades e profissões, as defensoras dos Direitos Humanos das Mulheres, exigem o respeito dos Direitos Humanos mais básicos, para as suas famílias, para as suas comunidades, para si mesmas e para os outros. Incansavelmente, procuram justiça para os seus entes queridos ou colegas, que foram torturadas, mortas, e que “desapareceram” às mãos de forças governamentais e não governamentais; apoiam os inúmeros sobreviventes de abusos dos Direitos Humanos e as suas famílias, na procura de justiça, e protestam contra a crescente impunidade da violência contra as mulheres.
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Terça, 27 Março 2007 00:00 |
Costa do Marfim – Mulheres e raparigas, vítimas esquecidas do conflito
A Amnistia Internacional revelou, a dimensão da terrível violência sexual contra mulheres e raparigas no contexto do conflito existente na Costa do Marfim, afirmando que a brutalidade destes ataques é altamente subestimada.
“Centenas- se não milhares – de mulheres e raparigas foram e continuam a ser vítimas de violações sistemáticas e de outros crimes sexuais cometidos pelas forças militarizadas” disse Véronique Aubert, vice- directora do Programa para África da Amnistia Internacional.
Neste relatório, a organização afirma que muitas mulheres e raparigas são vítimas de grupos de violadores ou são forçadas a entrar no mundo da escravatura sexual.
A violação é, frequentemente, acompanha por espancamento e tortura – muitas vezes estes actos são cometidos em público e na presença de familiares. Algumas mulheres foram violadas junto dos cadáveres de familiares. “Mulheres e raparigas – por vezes com apenas 10 anos- são escolhidas através de critérios étnicos ou políticos. Símbolos de honra das suas comunidades, elas são violadas com o intuito de humilhar os seus familiares e toda a comunidade. Até agora, não temos qualquer informação que algum dos autores destes crimes tenha sido levado a julgamento” disse Véronique Aubert.
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