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Acabar com a violência sobre as mulheres

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Notícias
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Segunda, 30 Agosto 2010 00:00

Japão: mais uma oportunidade perdida para dar justiça às “mulheres de conforto”  

altNo 65º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial, o Japão perdeu novamente uma oportunidade para apresentar desculpas inequívocas, de aceitar responsabilidade legal e de providenciar reparações adequadas para as sobreviventes do sistema de escravatura sexual das forças militares japonesas (sistema eufemisticamente apelidado de “mulheres de conforto”).

O dia 29 de Agosto de 2010 é também o 100º aniversário da anexação da Coreia pelo Japão. Para marcar a ocasião, o Primeiro-ministro Naoto Kan divulgou uma declaração expressando “um sério arrependimento” pelo período de colonização da Coreia do Sul mas não fez qualquer menção às “mulheres de conforto”.
 

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Quinta, 15 Abril 2010 00:00

Uganda: Vítimas de violação e violência sexual sem acesso à justiça  

altNum relatório divulgado hoje, a Amnistia Internacional alerta para o deficiente apoio judiciário que as mulheres vítimas de violência doméstica e sexual enfrentam no Uganda, apelando para o suprimento das barreiras de acesso à justiça.

O relatório, “I Can't Afford Justice – Violence against women in Uganda, documenta os obstáculos económicos e sociais do acesso à justiça, incluindo os custos de investigação criminal e os casos de discriminação praticados pelas autoridades. 

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Quinta, 14 Janeiro 2010 00:00

Japão: “Mulheres de Conforto” assinalam a 900ª “Manifestação da Quarta-feira”  

A Amnistia Internacional apela ao Governo do Japão para divulgar um pedido de desculpas às sobreviventes do sistema de escravidão sexual dos militares do Japão, durante a celebração da 900º “Manifestação de Quarta-feira” em Seul, Coreia do Sul. 

De 1932 até ao fim da Segunda Guerra Mundial, cerca de 200.000 mulheres foram vítimas de escravatura sexual. O Exército Imperial do Japão angariava mulheres e meninas que, por causa da idade, pobreza, classe, situação familiar, educação, nacionalidade ou etnia foram as mais susceptíveis de serem enganadas e presas no sistema de escravatura sexual.Estas mulheres sofreram uma série de abusos incluindo rapto, violação sexual em grupo e abortos forçados. Muitas das vítimas ainda sofrem as consequências destes abusos. 
 

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