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MENA
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Direitos Humanos no Bahrein

A crise de direitos humanos no Bahrein não acabou. Embora as autoridades afirmem o contrário, a violência estatal contra aqueles que se opõem ao regime do Rei Hamad bin ‘Issa Al Khalifa continua. Na prática, quase nada mudou no país desde a repressão brutal dos manifestantes em fevereiro e março de 2011.

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Constituição da Tunísia deve resistir ao teste do tempo

altA Assembleia Nacional Constituinte Tunisina deve aproveitar a elaboração da nova constituição para prevenir uma repetição dos abusos generalizados que tiveram lugar sob o comando do antigo Presidente, Zine El Abidine Ben Ali, afirma a Amnistia Internacional num novo briefing lançado hoje.

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Síria: Novo relatório revela casos de tortura e maus-tratos sistemáticos e disseminados durante os períodos de detenção

altAs pessoas apanhadas na onda massiva de detenções durante os protestos na Síria foram empurradas para um mundo assustador de torturas sistemáticas, afirma um novo relatório divulgado pela Amnistia Internacional.

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Líbia: Libertação ou transferência de jornalistas britânicos e dos colegas líbios

altDois jornalistas britânicos e os seus colegas líbios, detidos por uma milícia da Líbia, devem ser libertados imediatamente ou entregues às autoridades do governo, afirma a Amnistia Internacional.

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Irão: Novo relatório revela vaga de repressão de dissidentes

altA repressão à liberdade de expressão exercida pelas autoridades iranianas tem aumentado drasticamente neste período que antecede as eleições legislativas desta semana, afirma a Amnistia Internacional.

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ONU:Votação da resolução contra violência na Síria aumenta isolamento da Rússia

Em resposta à votação da Assembleia-geral das Nações Unidas, na qual 137 membros votaram a favor de uma resolução que condena a violência cometida pelo governo sírio, que já matou mais de 5.700 pessoas nos últimos 11 meses, Jose Luis Diaz, chefe do gabinete da Amnistia Internacional junto das Nações Unidas em Nova Iorque, afirma:

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Amnistia Internacional denuncia ataques brutais na Síria

altA Amnistia Internacional afirma que a Rússia bem como outros países que exercem influência sobre a Síria devem tomar medidas para que cessem os bombardeamentos em Homs.

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Líbia: Milícias “fora de controlo” estão a cometer abusos generalizados um ano depois da revolta

altAs Milícias armadas a operar na Líbia estão a cometer violações dos direitos humanos com impunidade, alimentando a insegurança e dificultando a reconstrução das instituições públicas, alerta a Amnistia Internacional num relatório divulgado hoje, um ano depois do início da revolta de fevereiro de 2011.

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Um ano depois ainda não há responsabilização para as violações de direitos humanos no Bahrein

altA Amnistia Internacional afirma que o governo do Bahrein ainda está longe de colocar em prática as mudanças nas politicas de direitos humanos e arrisca-se falhar o prazo que impôs para implementar as recomendações da Comissão de Inquérito Independente do Bahrein - fim do mês de fevereiro.

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Duplo veto à resolução da ONU na Síria é uma “traição” aos manifestantes

altA decisão da Rússia e da China em vetar a proposta de resolução do Conselho de Segurança da ONU que condena a repressão violenta vivida na Síria, um dia depois de o exército sírio ter levado a cabo uma ofensiva na área residencial de Homs que resultou em dezenas de mortos, representa uma traição chocante ao povo daquele país.

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