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Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência, dia 12 de Novembro |
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Lisboa recebe a Marcha Mundial a 12 de Novembro no Parque Expo à tarde. À noite, está agendado um concerto no Chapitô, intitulado Aves Migratórias. No dia seguinte, a Marcha de Rua decorre no final da tarde, sob o lema "Diversidade por uma Causa" que pretende mobilizar vários quadrantes da sociedade. A concentração está marcada para as 17 horas no Marquês de Pombal, sendo que a marcha inicia às 17:30h pela Avenida da Liberdade até ao Rossio onde será celebrada uma Festa Multicultural.
Marcha Mundial pela Paz e a Não Violência
As conquistas dos povos, a civilização, a própria História estão cimentadas em poças de sangue. Todos sabemos que se bombardearam cidades em nome da Paz. A Marcha Mundial pela Paz e a Não-Violência surgiu como uma iniciativa do Movimento Humanista, implementada pelo seu organismo Mundo sem Guerras que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e não-violência. Uma proposta que rapidamente conquistou o coração de várias pessoas e que tem como objectivo denunciar todas as suas formas: violência física, económica, racial, religiosa, psicológica, geracional.
A Marcha em si, em primeira instância iria passar apenas em 30 países, mas o que é certo, é que cerca de 98 abraçaram a iniciativa. O motivo principal do surgimento desta Marcha prende-se com o facto de a ameaça nuclear ter deixado de ser uma hipótese mais ou menos vaga para passar a ser uma ameaça real.
Esta marcha apela a participação de milhares de pessoas que estão cansadas de violência.
Portugal participa na Rota Galiza-Portugal que se inicia em Finisterra no dia 25 de Outubro, e chega a Portugal, mais concretamente a Valença do Minho, no dia 2 de Novembro. A partir daí irá percorrer várias cidades até ao dia 13 de Novembro, data essa, em que chega a Lisboa. No dia seguinte, segue para Toledo (Espanha), com a Rota que se iniciou na Nova Zelândia. Em Portugal, a participação de associações, instituições e pessoas singulares sensíveis a esta temática. Destacamos as inúmeras iniciativas espontâneas tomadas por associações e escolas que têm vindo a trabalhar desde o início do ano lectivo com esta temática. A Marcha Mundial irá passar por 10 cidades e uma vila, Vouzela, no distrito de Viseu. Vouzela ofereceu-se para ser a vila anfitriã do Parque de Estudo e Reflexão, um projecto posterior à Marcha Mundial e que, tendo como inspiração os valores da Marcha, pretende ser o farol da Não-Violência em Portugal.
Lisboa recebe a Marcha Mundial a 12 de Novembro no Parque Expo à tarde, prevêem-se comitivas de norte a sul do País assim como a participação dos Bombeiros Voluntários de Alhandra. À noite, está agendado um concerto no Chapitô, intitulado Aves Migratórias. No dia seguinte, a Marcha de Rua decorre no final da tarde, sob o lema "Diversidade por uma Causa" que pretende mobilizar vários quadrantes da sociedade. A concentração está marcada para as 17 horas no Marquês de Pombal, sendo que a marcha inicia às 17:30h pela Avenida da Liberdade até ao Rossio onde será celebrada uma Festa Multicultural.
Mas esta marcha só faz sentido se todos participarmos. Os cidadãos podem participar de várias formas, fazendo a simples adesão electrónica na Web portuguesa www.marchamundialpt.org. A Marcha Mundial acima de tudo é uma marcha das pessoas e não unicamente das entidades que a dinamizam, por isso, está aberta a qualquer iniciativa que ajude a criar consciência; e ninguém poder dizer que esta ou aquela iniciativa não são adequadas.
Várias Câmaras Municipais apoiam a iniciativa e aguardamos a adesão de mais, bem com várias entidades culturais, recreativas, associações estudantis, a Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social-Mov. Cerci, Direcções Regionais de Educação em contacto com centros educativos, inúmeros professores que, por iniciativa própria, levam o projecto para as suas aulas, etc.
Entre as figuras públicas destacamos: José Saramago, Fernando Nobre (AMI), Richard Zimler, Sara Tavares, Júlio Machado Vaz, Alexandre Quintanilha, Alberto Pimenta e muitos artistas do mundo do espectáculo e das artes.
Apelamos à adesão de todos, ao voluntariado e às iniciativas da Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência. |
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