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Estado de emergência declarado na Turquia não pode resultar num retrocesso nos direitos humanos

 

O anúncio feito pelo Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, de imposição do estado de emergência no país não pode abrir caminho a um retrocesso de direitos humanos nem ser usado como pretexto para intensificar ainda mais a repressão da liberdade de expressão e debilitar as proteções contra detenções arbitrárias e tortura, sustenta a Amnistia Internacional.

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Escolas Amigas dos Direitos Humanos

A escola a crescer, andar e aprender

As Escolas Amigas dos Direitos Humanos (EADH) estão a crescer e a dar exemplos cada vez mais sólidos do conhecimento e participação ativa das instituições de ensino na formação em direitos humanos. A Amnistia Internacional, que desenvolve este projeto, juntou de novo, no final de mais um ano letivo, professores das seis escolas participantes para fazer balanço e lançar os novos desafios. A coordenadora das EADH, Luísa Marques, reporta aqui como foi o encontro.

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Tortura e detenções arbitrárias e secretas por ambos os lados nas linhas do conflito na Ucrânia

Tanto as autoridades ucranianas como os separatistas que gozam do apoio da Rússia estão sistematicamente a deter civis no Leste da Ucrânia de forma arbitrária, em alguns casos em locais secretos e privando-os de toda a comunicação com o mundo exterior e a torturarem os detidos, apuraram a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch numa investigação conjunta publicada esta quinta-feira, 21 de julho.

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Além da lei de amnistia aprovada em Angola têm de ser anuladas as condenações criminais dos ativistas

A Amnistia Internacional avalia que a lei de amnistia que foi aprovada esta quarta-feira, 20 de julho, pelo Parlamento de Angola deve contemplar a anulação das condenações com que foram visados os ativistas do conhecido caso dos 15+2, considerados prisioneiros de consciência pela organização de direitos humanos.

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Irão põe presos políticos em risco de vida com recusa de cuidados médicos

As autoridades iranianas estão insensivelmente a brincar com a vida de prisioneiros de consciência e presos políticos no país negando-lhes acesso a cuidados médicos adequados e necessários, o que deixa estas pessoas em grave risco de vida, de ficarem com deficiências permanentes ou sofrerem outros danos irreversíveis de saúde, é apurado em novo relatório da Amnistia Internacional.

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  • STOP TorturaSTOP Tortura
  • A tortura não é justificável em nenhuma circunstância. É ilegal, bárbara e desumana. 
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  • O Meu Corpo, os Meus DireitosO Meu Corpo, os Meus Direitos
  • Os direitos sexuais e reprodutivos são direitos humanos universais.
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