A Amnistia Internacional congratula-se com a libertação de Raúl Hernández, prisioneiro de consciência que esteve preso durante mais de 2 anos em Gueterro sob acusações de crime fabricadas. Na sequência da sua absolvição, decretada por um juiz do Estado de Guerrero em 27 de Agosto de 2010, a Amnistia Internacional apela para que seja levada a cabo uma investigação à acusação infundada de que foi alvo e para que seja recompensado pela sua prisão injusta. |
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O programa, que irá decorrer entre os meses de Agosto e Dezembro de 2011, permite até 8 participantes e é destinado a advogados, jornalistas, médicos, professores, assistentes sociais, líderes comunitários e outros activistas dos direitos humanos que trabalham junto das ONG sobre questões como a violência doméstica, os direitos das minorias, os direitos de LGBT, direitos laborais, migração, saúde, exclusão social, justiça ambiental e responsabilidade social das empresas. |
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Assine a petição até 10 de Setembro para que a sua assinatura chegue à ONU
Em 2000, os líderes mundiais definiram 8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) para erradicar a pobreza até 2015. |
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A Amnistia Internacional instou hoje a polícia moçambicana a não usar munições letais para dispersar as manifestações violentas que tiveram lugar na capital Maputo, a não ser que vidas humanas estejam em risco. |
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Apesar de toda a atenção que tem rodeado o caso de Sakineh Mohammadi Ashtiani a sua situação continua pouco clara. As várias informações que circulam indicando a alteração da sentença, não são oficiais e a Amnistia Internacional não as confirma. Esta mãe de dois filhos não pode ser executada! É essencial contar com a sua ajuda. Participe todos os apelos contam. |
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A Amnistia Internacional exorta o governo Eslovaco para que ponha fim imediato à segregação das crianças ciganas da etnia Roma no sistema educativo do país. Esta mesma prática acaba por deixar milhares de alunos ciganos num nível educativo de qualidade inferior, em escolas e turmas para alunos com “deficiências mentais menos graves”, ou em escolas e turmas etnicamente marginalizadas. |
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O novo governo do Ruanda deverá rever urgentemente as leis vagas de “ideologia do genocídio” e “sectarismo”, que estão a ser usadas para suprimir a dissidência política e reprimir a liberdade de expressão, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje. |
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